Mostrando postagens com marcador Pequena. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pequena. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Quatro palavras para todo casal

Ontem fizemos, eu e a pequena, 4 anos de namoro. Da até vergonha de lembrar que oficializamos nossa relação no Ark, no meio de uma daquelas terríveis convenções para aficçionados em mangás e animes. Furi-Kuri e mais uma meia duzia de animes a parte - bem como algumas bandas de J-Rock - nunca fui muito chegado em coisas de otaku. E ao longo dos anos eu aprendi a ter um saudavel preconceito frente a coisa toda. Eu geralmente frequentava essas tais convenções para auxiliar um grande amigo que costumava montar uma barraquinha para vender tranqueiras lá. Estas experiências foram bem traumatizantes e hoje para mim é dificil conversar com alguem sobre mangas e animes sem mostrar, de forma ofensiva, o tal preconceito. (é brincadeira, ok) Ainda assim, dei boas risadas naqueles dias e até confesso que sinto saudades. E foi alí que - com um amigável aperto de mão - começou um namoro que já dura quatro anos! LEGAL.
.
Fica aí um post chupinhado da net que eu encontrei há um tempo e que achei bacana!
.

Há quatro palavras, ou frases, que precisamos falar todos os dias para os nossos cônjuges.
Se não falamos em voz alta, precisamos pelo menos falar em nosso coração.
Estas palavras curam muitos dos males que prejudicam o casamento.
Ao falar estas palavras, a correspondente atitude tem que acompanhar. Se forem apenas palavras, nada adiantariam. E diga você estas palavras:

1. "EU TE PERDÔO".

Mt 6.12; 18. 21-22; 2Co 2.10; Ef 4.32
Estas palavras (e atitude) curam o ressentimento e amargura.
Pergunta para se fazer a si mesmo todos os dias: "Em que eu tenho ofendido ou defraudado? Pelo que eu sinto mal para com meu cônjuge?"

2. "EU TE ELOGIO".

Pr 31.28-31; 1Pe 3.7
Estas palavras curam a crítica e a acusação.
Pergunta para se fazer a si mesmo todos os dias: "O que meu cônjuge fez de bem hoje?"

3. "EU TE SIRVO".

Gl 5.13
Estas palavras curam o egoísmo e a omissão.
Pergunta para se fazer a si mesmo todos os dias: "Como eu posso ajudar meu cônjuge hoje?"

4. "EU TE AMO".

Gl 5.14; 2Co 4.5
Estas palavras curam a negligência.
Pergunta para se fazer a si mesmo todos os dias: "Como eu posso mostrar hoje o meu amor pelo meu cônjuge?"

Conclusão:

Se você falar todos os dias estas palavras para seu cônjuge, você terá um relacionamento conjugal que deixará os outros boquiabertos.

.
.
.
Paz


quinta-feira, 25 de junho de 2009

A pequena, O Corinthians, Tilllich e Mastral e o diálogo na fé Cristã. Ou “A História do Embuá Branco parte II”

Esse constitui o “outro post” do qual falei durante a “história do Embuá Branco”

Do pedaço daquilo que eu sou que se chama Corinthians, minha pequena nunca entendeu. Tantas vezes em seu colo verti lágrimas por conta do Corinthians [1], com tanta paixão que para ela deve ser como se eu estivesse chorando por causa d’alguma amante. Lá em seu colo. Procuro manter, sempre, bem claras minhas prioridades, suportando e curtindo o pedaço daquilo que eu sou que se chama Corinthians com o máximo de ‘religiosidade diletante’ e o minimo de fundamentálismo possível. Com o coração apertado mas isento de idolatria. Ainda assim, de forma velada, o mal entendido persiste (corro o risco de ser muito mal interpretado nesse post, por exemplo).

Ela não entende (tricolores as vezes não entendem). Sua incompreensão é tanta que quando seu time é derrotado sua reação é bem outra. Talvez por que eu seja um grande idiota, não é incomum entre corinthianos que beiram o retardamento mental (não se assustem, me mantenho razoavelmente civilizado).

De qualquer forma esses primeiros paragráfos foram escitos só para ilustrar uma diferença de pensamento intrinseca existente entre mim e a pequena (ah e pra fazer um pouco de “AUÊ” com meu Timão, fazia tempo não falava dele). Se a coisa toda ficasse por aí talvez a coisa toda fosse mais fácil, mas as diferenças vão mais além. Poderia salientar as diferenças entre Homem X Mulher; Esquerda X Direita; bairrista da zona Oeste X bairrista da zona Sul e tantas outras. No entanto, o que tem me tocado o coração quando falo com a pequena, bem como nas minhas andanças por aí são nossas diferenças em enxergar e mesmo viver a fé Cristã (já falei um pouco disso aqui).

Descrever e pontuar de forma exata nossas distinções seria meio “sacal”. Basta dizer que ultimamente, cada vez mais, apontamos o nariz para aspectos diferentes de nossa fé.

Eu sou um Cristão que às vezes hesito em me descrever como evangélico (e não sou o único), falo mais palavrões do que devia, ando meio anti-clerical, flerto sem medo com as mais diversas idéias teologicas. Acabei de ler um livro sobre pedagogia libertária e estou doidinho pra ler “Ortodoxia Generosa” e “Cristianismo Pagão”. Um “Nó Cego” exemplar. Se me deixarem passo o dia falando sobre Deus, biologia evolutiva e o Corinthians (interesses que deram origem a esse blog).

A pequena não hesita! É evangélica e acha importante que a mulherada use veú durante as celebrações. Acredita e defende com unhas e dentes a instituição igreja, não gosta que eu fale palavrão, mas deixa escapar um de vez em quando. Ela anda ouvindo muito Megadeth e lendo muito de um cara chamado “Daniel Mastral” que anda influenciando ela bastante. Se deixarem ela passa o dia falando de Deus, anjos, demônios, ministração, o Mastral e o Dave Mustaine.

Às vezes meu coração fica pesado, a pequena me ensina muito (MUITO) a respeito do que é seguir a Cristo, e caminhamos juntos. Sinto que temos seguido caminhos diferentes em relação a fé Cristã e, embora discorde dela lá e cá, não creio que nenhum de nós dois estejamos ' errados'. Vejo que se aprendermos a trocar idéias possamos ter uma vivência Cristã mais rica.

As vezes meu coração fica pesado e eu fico encafifado. Mas desde que comecei a escrever esse post (no domingo), recebi duas respostas em relação a isso! A primeira, mais importante, veio de São Paulo em sua Carta aos Corinthios:

“Irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo suplico a todos vocês que concordem uns com os outros no que falam, para que não haja divisões entre vocês; antes, que todos estejam unidos num só pensamento e num só parecer” (1Corinthios 1, versículo batatinha).

Não sei bem o que tirar de tudo isso. Paulo pode, a primeira vista, parecer um bobão, mas quem lê o capítulo todo sabe que o homem não está falando de robozinhos ‘uni-partidários’, está falando de Cristo.

Não concordo com Mastral, a pequena não concorda com Tillich, mas isso não importa frente a Jesus Cristo! Integração não é sinonimo de invariabilidade estática [2]. É o compromisso de amar e de negar-se a sí mesmo que rege a vida de quem quer seguir a Cristo. Ser “de Paulo”, “de Apolo”, isso tudo não existe! Me lembra aquele trecho de Atos: E era um o coração e a alma da multidão dos que criam...” (Atos 4: trinta-e-poucos). Pode parecer facil, mas não é! É verdadeiramente difícil! Pois implica em diálogo em vez de debate e em ouvir, ser ouvido, falar e deixar falar. E eu ainda não consegui fazer direito (uma crentinice sem dúvida).

Me parece claro que buscar o Deus que não dá pra entender é muito mais valido do que entender o Deus que não dá pra buscar (pois é Ele quem busca e Ele que se apresenta). Abobrinhas, essas sempre vão existir e eu perco sono com elas (literalmente). Eu e a pequena lutamos para se entender e para fazer dessa comunidade chamada de “Cristianismo” uma coisa melhor. É assim que tenho tentado interagir como Cristão, onde quer que eu vá. A pequena continua me ensinando, e continuamos caminhando juntos, em Amor, em Fé e em Esperança.

Termino com a segunda opinião que recebi de um colega, essa mais ousada, mas que também ouviu os conselhos de Paulo. Embora não reflita necessariamente minhas opiniões, me deu um pouco pra pensar:

“Emiliano, o Teólogo protestante Paul Tillich irá conformar o evento Jesus Cristo como doador da História, des-alienando-O da cultura hebraíca que o pensou, e O situando no Meio da História, doador da História, o Símbolo perfeito do Pai que harmonizará as três dimensões do tempo e da história: passado, presente e futuro, e entre o tempo e a eternidade, entre o divino e o humano.

Em Jesus se realiza a Humanidade Essêncial e não a Existencial.

E esta conformação da História ao Evento Jesus Cristo, santifica todo o sentido simbólico de Sua humanidade, estendendo-O à toda Sua manifestação do divino, presente entre todas as culturas, em todas as dimensões temporais.

Se professamos Jesus Cristo como sentido das nossas vidas, haveremos de O conceder a todas as pessoas que são simbolizadas nele, e por Ele passam a ser divinas, porque de outro lado , Jesus seria o refém de um povo, o hebreu, o que não foi historicamente, ou refém de um Livro, o que contradiz o Seu sentido Simbólico de ser a Revelação de Deus.

E se cremos que Deus é tudo , então devemos ter a coragem de aceitar Sua totalidade nas várias crenças .

Você quer reduzir à pluralidade de Cristo nas várias manifestaçãoe do cristianismo, eu quero dar um passo além e ver Jesus Cristo em todas as manifestações onde o Homem busca sua ligação com o Divino.
Porque, ao contrário, meu caro amigo Emiliano, Jesus não seria Tudo em Todos como diz Paulo, seria um refém de nossas idiossincrasias , de nossos desejos de nos apropriarmos de um evento que envolveu tudo e todos, por ser Alfa e Omega, por ser o Principio e o Fim de todas as coisas e de seus sentidos.

Um passo corajoso, mas é assim que eu ando pensando a Teologia, no seu aspecto simbólico, que trata do divino que é o Ápice e não rés, do nosso chão e quadradinho.

Paz e Bem !”





é isso aí amig@s

Amo vocês

Paz de Cristo

[1] me vem a memória o dia dos namorados que caiu no dia seguinte a derrota do Timão para o Sport de Recife na Copa do Brasil de 2008. Mesmo que esse ano, com o Inter, a história se repita. É bom que o dia dos namorados já tenha passado a algum tempo...

[2] dúvida? Estude genética quantitativa.


domingo, 21 de junho de 2009

A história do Embuá Branco!

Antes de começar o post devo dizer que tomei diversas liberdades ao contar a história do Embuá Branco. De fato, a pequena reclamou de alguns equivocos que cometi, ou mesmo informações erradas que deliberadamente escrevi (ela mesma disse, e eu comprovo, que a casa dela é muito mais bonita e ajeitada do que eu descrevo. Mesmo o porão - comodo que em diversas casas é menos priorizado- possui organização e limpeza impecáveis). Ainda assim, achei o texto bacana e creio que ele passe alguma coisa! Espero que gostem, e espero que a pequena goste.

Post em homenagem à Pequena.
.
Outro dia a pequena encontrou um embuá branco[1] na garagem da casa dela. Ficamos viajando e eu acabei prometendo um post pra ela a respeito. Era pra ser sobre a história do Embuá branco, mas eu quero –sinto que preciso- adicionar outras coisas. Até porque a história do embuá branco, da forma que eu vou conta-lá, é banal, trivial (outras abordagens a mesma história sem dúvida dissipariam esse tom de ‘lugar comum’ e fariam da história do embuá branco um épico sem precedentes). Vamos lá
.
O Embuá branco vivia na casa da pequena, ele era mais fraco e mais lento (MAIS LENTO?!?!) que os demais embuás que viviam na casa da pequena (estes outros eram, invariavelmente, cinza escuros). Sem falar que o embuá branco não podia ficar sob o sol enquanto que seus irmãozinhos podiam permanecer um certo tempo sob uma área iluminada pelo sol (embora nenhum deles gostasse ou quisesse faze-lo).
.
Semanalmente acontecia, na casa da pequena, uma grande faxina que mobilizava toda a familia. Quando isso acontecia, todos os embuás revelados eram sumariamente executados. Era inevitavel: Sempre que mexiam naquelas velhas caixas do porão, sempre que reviravam algumas pedras no quintal ou varriam a garagem. Por isso os embuás viviam no local mais recluso possível. Mas essa estratégia não era nada boa. A casa da pequena é um lugar muito limpo. E aos poucos as caixas no porão foram sendo jogadas fora, o quintal virou uma pequena horta e a garagem não possuia mais jornais velhos ou sacos de folhas mortas. Os embuás foram sumariamente exterminados. Alguns poucos foram parar no esgoto ou no terreno baldio que há em frente da casa da pequena. Mas o embuá branco era lento, burro e fraco. Não conseguiu fugir nem nada. Não fosse pelos azulejos brancos da garagem, da cozinha e da área de serviço, ele teria sido encontrado e morto. No entanto, devido justamente a preferência da família da pequena por azulejos brancos, o embúa branco não foi encontrado e tornou-se assim, o último dos embuás.
.
Na certa, muitos diriam que a vida do embuá branco tornou-se solitária e vázia. Que o terror de não poder esconder-se em cantos escuros, ou entre caixas de papelão velhas o deixou louco. Ele era obrigado a se esconder a plena luz do dia em meio aos áridos e frios azulejos brancos da garagem. Alguns diriam que a vida do embuá branco se tornou uma agonia continua sem propósito e sem perspectivas. Simpatizo com as pessoas que pensam dessa forma, mas acho que isso é dar crédito demais aos embuás. Eles são exemplos adimiraveis de artropodes detritivoros e realizam um papel impar no ecossistema, e isso lhes basta. Bem menos do que isso basta para essas criaturas na verdade. Tentativas de poetizar e dar profundidade antropocentrica à vida desses animaizinhos são quase censuraveis.
.
A verdade é que era um bicho idiota e um dia, devido a falta de alimento, devido a algum instinto preponderante, cheiro ou feromônio, ele se dirigiu até a rua em direção ao terreno baldio em frente. No caminho ele foi flagrado pela pequena que tirou essas fotos aí dele! Pela primeira vez, ela viu em um artropode a beleza impar da vida. Mais do que isso! A carapaça fina e semi-transparente do embuá branco permitiu que ela visse muita coisa sobre o bichinho. A musculatura abaixo da pele, os poros das glandulas de secreção e as aberturas do sistema respiratório! Foi um momento impar, no sentido de que a natureza estava sendo apreciada e compreendida em toda sua grandeza.
.
Depois o embuá andou até a rua e morreu.
.
Quem sabe a história não termine aí. Quem sabe em algum lugar na casa da pequena, neste exato momento uma porção de ovos de embuá estejam eclodindo, liberando montes e montes de embuás brancos alguns dos quais sem dúvida irão crescer e se desenvolver, vivendo pela garagem, se escondendo em plena luz do dia em meio aos azulejos. Uma familia inteira de embuás brancos, um clã isolado e estranho aos outros embuás. Talvez aí esteja o começo de uma outra história de embuás...
.
Acabou a história. Como eu disse, ela é bastante trivial, lugar comum. Se eu contasse de um jeito diferente, talvez fosse uma saga (como um daqueles filmes da pixar sobre insetos ou coisa assim [2]).
.
Mas ainda assim, creio que a história sirva como boa introdução para apreciarmos um pouco, de forma poetica quase que alegorica, as possibilidades da vida. Mesmo no meio de tudo isso que chamamos de casualidades, e por causa dessas mesmas casualidades. Tem gente que diria que eu estou viajando, e estou. Mas será que tanto assim? Talvez a alegórica história do embuá branco sirva como exemplo – um modelo primordial e reduzido – de como a natureza pode ser fascinante, mesmo quando ela parece pequenina e sem graça.
.
Acho que no final de contas a história não é trivial. Em certo sentido, nenhuma história que envolve vida é trivial.
.
O post todo é dedicado à minha pequena, por causa disso, esse formalismo bobo e impessoal soa, no mínimo, estranho. Essa é uma das razões pelas quais quero adicionar a esse post algo mais apaixonado. Só que o que tenciono escrever agora não tem nada a ver com o embuá branco, por isso vou acabar esse post por aqui e escrever um outro.
.


é isso ai amigunh@s, amo vocês.
.
Fiquem com a Paz de Cristo





.
[1] – Embuá é outro nome para piolho de cobra. Eles geralmente possuem uma carapaça escura acinzentada. Esse aí possuia uma carapaça bem clara, esbranquiçada.
.
[2] – Não existem filmes de artropodes suficientes por aí. E os que existem não fazem jus ao Filo. Quem sabe “Aracnofobia” e “Joe e as Baratas” sejam os unicos exemplos de filmes que retratem de forma satisfatória nossa relação com esses animais

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

3 Anos!










Queridos, vou homenagear, aqui, de novo a vociferante crítica deste blog. Neste dia 16 de Dezembro há três anos eu e minha pequena nos beijamos pela primeira vez.

Éramos então pessoas diferentes, eu fumava Lucky Strike, e ela tinha sido pega colando numa prova de bioquímica...

Não sei bem como começou. Me lembro das nossas conversas nas noites de semana temática, da vez que ela me rasgou o bolso da calça, da vez que ela pintou meu cabelo de azul (eu fiquei inteiro parecendo um smurf), da vez que ela rasgou meu pôster de Campeão Brasileiro do Corinthians... E tudo isso antes mesmo do primeiro beijo! (bem, mas eu acho que deu para perceber como ela me conquistou né?).

E depois desse beijo foram mais incontáveis aulas de bioquimica, física, saúde coletiva (cabulei todas). Muitas tardes ensolaradas, mais uma calça rasgada, uma conversão, uma filha pródiga. De lá pra cá perdi 3 oportunidades de me vingar pelo pôster rasgado e ela nunca mais teve oportunidade de me rasgar pôsteres, parei de fumar, ela ainda puxa meus pelos, eu me formei, ela se formou e eu nunca mais bati o carro (na verdade bati sim, mas não na marginal)...

O sorriso de moleca, os olhos de moléca e o jeito de moleca dela me cativaram... 3 anos atrás o tempo era diferente e éramos pessoas diferentes, mas o nosso amor cresceu em meio a toda sorte de tretas e de lá pra cá percebo cada vez mais que, como diz aquela canção do Bon Jovi, Deus deve mesmo ter um plano, por que ela nasceu para ser minha pequena e eu... bem nasci para ser um ogro, mas o ogro dela...

Te amo Karoll
















Paz de Cristo