sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Um natal evolucionário!
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
A Sabedoria dos Parasitas, por Carl Zimmer
Eu tenho o hábito de colecionar contos de parasitas da mesma forma com que algumas pessoas colecionam ‘action figures’. Tendo preenchido todo um livro com tais contos, eu pensei ter ‘completado toda a coleção’. No entanto, até agora eu havia deixado passar a o terrível e glorioso espetáculo protagonizado pela vespa Ampulex compressa.
Enquanto adulta, Ampulex compressa é semelhante as demais vespas, zunindo por aí e se reproduzindo. Mas as coisas começam a ficar esquisitas quando chega a hora de botar um ovo. Ela, primeiramente, encontra uma barata para servir de hospedeiro para o ovo e procede aplicando 2 ferroadas extremamente precisas na barata sem sorte. A primeira delas é aplicada na região mediana da barata, causando paralisia nas suas pernas dianteiras. A breve paralisia causada por essa primeira picada dá a vespa tempo precioso para que ela possa aplicar uma ferroada mais precisa na cabeça.
A vespa insere seu ferrão através do exoesqueleto da barata diretamente no interior de seu cérebro. Ela aparentemente se utiliza de sensores ao longo da lateral do ferrão para guia-lo, de forma mais ou menos semelhante a um cirurgião encontrando seu caminho até um apêndice inflamado através de uma laparoscopia. A vespa então continua a sondar o cérebro da barata até localizar um ponto em particular que aparentemente é responsável pelo controle do reflexo de fuga. Ela injeta um outro veneno que influencia estes neurônios de tal forma que o reflexo de fuga desaparece.
Visto de fora, o efeito é surreal. A vespa não paralisa a barata. Na verdade, a barata é capaz de levantar suas pernas dianteiras novamente e andar. Mas agora ela é incapaz de se mover por conta própria. A vespa toma uma das antenas da barata e a guia – nas palavras de um cientista israelita que estuda Ampulex – como um cachorro na coleira.
A barata-zumbi vai onde seu mestre a guia, tal lugar acaba, invariavelmente, sendo a toca da vespa. A barata adentra obedientemente na toca e espera calmamente enquanto a vespa sela a entrada da toca com pequenosenos seixos. A vespa então se volta para a barata mais uma vez e bota um ovo na sua região ventral. A barata não oferece resistência alguma. O ovo se choca, e então a larva através de mordidas, abre um buraco na lateral da barata. E procede para dentro do seu pobre hospedeiro.
A larva cresce dentro do seu hospedeiro, devorando seus órgãos internos, durante uns 8 dias. Ela então está pronta para se fechar em seu casulo – o que também ocorre no interior da barata. Depois de mais 4 semanas, a vespa se desenvolve em sua forma adulta. Ela se liberta do seu casulo, da mesma forma, saí da barata. Observar uma vespa adulta saindo de forma subita de dentro de uma barata traz a memória aquele filme ‘Alien’.
Eu acho essa vespa fascinante por diversas razões. Uma delas é que ela representa uma transição evolutiva. De novo e de novo, organismos de vida livre se tornaram parasitas, se adaptando a seus hospedeiros com delicada precisão. Caso você observe os hábitos de um parasita completo, pode ser difícil imaginar como ele pode ter evoluído de alguma outra coisa. Ampulex nos oferece algumas pistas, por que ela existe entre os mundos do parasitismo e da vida livre.
Ampulex não é técnicamente um parasita, mas tem um hábito de vida conhecido como ‘exoparasitóide’. Em outras palavras, um adulto de vida livre bota ovos externamente em relação a um hospedeiro e então a larva rasteja para dentro do hospedeiro. Podemos imaginar sem dificuldade os ancestrais da Ampulex como vespas que botavam ovos próximo a insetos mortos – como algumas espécies fazem hoje. Estes ancestrais carniceiros com o tempo evoluíram e se tornaram vespas que atacavam hospedeiros vivos. Da mesma forma, não é difícil visualizar uma vespa semelhante à Ampulex evoluindo e se tornando um parasitoide completo que injetam seus ovos diretamente no interior de seus hospedeiros, como muitas espécies fazem ainda hoje.
E tem também a ferroada. Ampulex não tenciona matar a barata. Ela não tem a intenção sequer de paralisar o animal da forma como aranhas e cobras fazem, uma vez que ela é muito pequena para arrastar uma barata grande e paralisada até sua toca. Então, ao invés disso ela apenas reprograma a rede neural da barata extirpando a sua motivação. Seu veneno faz mais do que transformar baratas em zumbis. Ele também altera o seu metabolismo, de forma que sua tomada de oxigênio cai para um terço do normal. Os cientistas israelitas descobriram que eles podem diminuir a taxa de consumo de oxigênio em baratas injetando substancias paralisantes ou removendo neurônios –os mesmos que a vespa inutiliza com sua ferroada. Mas eles conseguiram realizar apenas uma rude imitação; as baratas manipuladas desidratavam rapidamente e morriam em seis dias. O veneno da vespa de alguma forma faz com que seu hospedeiro fique em animação suspensa e ao mesmo tempo, saudável, mesmo enquanto a larva parasitoide o devora de dentro para fora.
Cientistas ainda não entendem como Ampulex realiza tais façanhas. Parte da sua ignorância é devida ao fato de que cientistas ainda tem muito para aprender acerca de sistema nervoso e metabolismo. No entanto milhões de anos de seleção natural permitiram que a Ampulex se tornasse capaz de realizar ‘engenharia reversa’ no seu hospedeiro. Seria interessante que nós seguíssemos o mesmo caminho, e ganhássemos a perspicácia dos parasitas.
É isso aí
Paz de Cristo
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Gravidade, evolução e dogma religioso (tradução de um texto do Michael Zimmerman)
Depois de muito tempo com o blog parado, li um texto que vale a pena traduzir (e explicar algumas coisinhas), trata-se de um texto do Michael Zimmerman, fundador e diretor do Clergy Letter Project, tirado DAQUI.
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Involuntariamente, estou certo, Eric Verlinde pode ter providenciado um momento definitivo para o Discovery Institute[1] , e outros grupos, que professam que seus ataques à evolução são levados adiante em nome da ciência ao invés de constituírem um mecanismo para promoverem suas respectivas crenças religiosas estreitas e sectárias.
Verlinde é um físico de renome internacional que publicou recentemente um artigo no qual ele levanta uma questão provocante: a gravidade realmente existe? Como Dennis Overbye explicou no New York Times:
“Para mim a gravidade não existe”, disse o Dr. Verlinde, que esteve recentemente nos Estados Unidos com a finalidade de se explicar. Não que ele não seja capaz de cair, o que ocorre é que o Dr. Verlinde está entre os físicos que proclamam que a ciência têm visto a gravidade por um ângulo errado, e que existe algo mais básico do qual a gravidade “emerge”, da mesma forma que o mercado de ações emerge do comportamento coletico de investidores individuais ou que a elasticidade emerge do comportamento de átomos.
E o que isso tudo tem a ver com a posição do Discovery Institute em relação a evolução?
A ligação é, na verdade, bastante clara. Seu grito de protesto, adotado pela 'Texas State Board of Education'; a legislação do estado de Louisiania e seu governador Bobby Jindal ; bem como diversos outros estados norte-americanos, é justamente que estudantes deveriam aprender as “forças e fraquezas” de teorias cientificas. Eles adotaram esse lema como um meio de esconder suas reais intenções – trazer design inteligente/criacionismo para as aulas de ciência.
Caso eu esteja equivocado acerca de suas reais intenções, nós iremos ver, dentro de pouco tempo, o Discovery Intitute lutando para que os conselhos escolares alterem totalmente o currículo básico de Física. Mas eu não estou contando com isso.
É interessante notar que, diferentemente de virtualmente todos que atacam evolução, Verlinde é parte do ‘mainstream’ da comunidade cientifica, e que suas idéias inovadoras estão sendo publicada na literatura cientifica em artigos revisados por pares. Mais do que isso, Verlindo não está só em questionar o que sabemos acerca da gravidade. De fato, a comunidade de físicos foi incapaz de explicar adequadamente o mecanismo da gravidade. Alguns, em sua maioria proponentes da teoria das cordas, supõe a existência de partículas sem massa que eles nomearam ‘graviton’ e afirmam que ela seria responsável por mediar a força da gravidade, uma força que teria alcance ilimitado. Outros simplesmente ignoram a hipótese da existência de tal partícula.
E ainda assim, até agora, não houveram protestos acerca da maneira como nossas crianças vêm aprendendo física em geral e, em particular, gravidade.
Os mecanismos da evolução, por outro lado, são compreendidos já há um bom tempo, observados e medidos. Os ataques na teoria evolutiva estão vindo de fora da comunidade cientifica, por pessoas que não conduzem ativamente pesquisas no campo, por pessoas que, invariavelmente, possuem um viés atrelado a uma agenda ligada a uma instituição religiosa.
Será que isso significa que nós atualmente sabemos todo o possível acerca de evolução? É claro que não! A literatura cientifica está repleta de artigos fascinantes que levam adiante nosso conhecimento nesse campo, questionando quais mecanismos evolutivos tomam precedência sob diferentes condições ambientais, e dando suporte experimental para diversas idéias.
Além disso, por conta dos, aparentemente, infindáveis ataques à evolução provenientes daqueles que consideram este conceiro cientifico ofensivo por conta de pressuposições religiosas, sociedades cientificas ao redor do mundo têm dado suporte através de declarações afirmando a importância de se pesquisar e ensinar evolução. 68 academias de ciência, por exemplo elaboraram conjuntamente uma declaração acerca do ensinio de evolução que deixa absolutamente claro que não existe controvérsia cientifica acerca de evolução. Essas academias representam países tão diversos como os Estados Unidos, a Albania, a Belgica, o Canada, a Holanda, o Sri Lanka e o Zimbabue, só para citar alguns.
Nos Estados Unidos, a 'American Anthropological Association', a 'American Geological Institute', a 'American Institute for Biological Sciences', a 'Botanical society of America' e a ' Society for Neuroscience', juntamente com um conjunto de outras organizações de alto nível, produziram declarações semelhantes. O fato é que, independentemente do que o Discovery Institute e outros grupos semelhantes possam afirmar, não existe qualquer controvérsia dentro da comunidade cientifica acerca da centralidade e importância da teoria evolutiva.
Ainda assim, a opinião de experts ainda não teve o efeito de ater aqueles que atacam a evolução. Ao invés disso, eles afirmam que cientistas são parciais e que os alunos merecem coisa melhor. Estou ciente que os recentes questionamentos acerca da gravidade citados acima provavelmente não irão alterar a natureza de tais ataques. Por outro lado, estou esperançoso, que eles possam providenciar uma oportunidade para auxiliar o público a reconhecer o real significado por detrás da demanda constante para que conselhos escolares reformulem seus currículos para permitir que estudantes vejam “os dois lados da história” e a tática sectária que ela representa.
Caso o Discovery Institute não aborde a incerteza cientifica da teoria gravitacional da mesma forma com a qual tem abordado evolução, então poderemos nos voltar para uma das grandes filosofas do nosso tempo para aconselhamento. Como Desi Arnaz da série “I Love Lucy” disse de forma pré-ciente, o Discovery Institute tem “algumas explicações para dar”[2].
[1] O Discovery Institute é um think tank conservador norte-americano baseado em Seattle, Washington, mais conhecido pela sua defesa do design inteligente e de sua campanha Ensine a controvérsia que propõe a discussão daquilo que entende ser as deficiências da Teoria da Evolução nas aulas de ciências do sistema público de ensino dos Estados Unidos da América, Definição concisa tirada do Wikipedia.
[2] Não saquei nem a referencia nem o trocadilho por isso traduzi literalmente mesmo esse finalzinho, pode ter ficado meio estranho e/ou confuso.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Cristianismo e Evolucionismo em 101 Perguntas e Respostas - por John F. Haght
Esse é o segundo livro que leio do Teologo Católico John F. Haught sobre a influência da ciência moderna, em particular a biologia evolutiva, sobre a teologia e vice-versa. O outro livro "Deus Após Darwin" é mais aprofundado em aspéctos teologicos enquanto que "Cristianismo e Evolucionismo em 101 Perguntas e Respostas" me parece mais introdutório, claro e -por ser organizado em forma de 'perguntas e respostas' bastante direto (e excessivamente resumido). Como acontece, não concordo 100% com as idéias do homem, mas recomendo as duas obras, penso que Haught nos ajuda a expandir nossa visão e, com auxilio da ciência moderna, ter uma visão maior do Deus Criador (ando pensando muito em como a ciência tem um papel em 'desprovincianizar' algumas de nossas concepções religiosas, o que pode nos ajudar a pensar [em] Deus um poquim melhor. Além disso, a própria ciência pode ser um jeito de dar Louvor ao Criador [LEIA AQUI]).Como é que a evolução altera a nossa compreensão de Deus?.Uma perspectiva evolucionista propõe, antes de mais, uma grande mudança na forma como localizamos a transcendência divina. Podemos hoje talvez afirmar que Deus não está apenas “lá em cima”, mas também “mais adiante”. De acordo com a formulação de Karl Rahner Deus é o Futuro Absoluto. A reflexão sobre o processo evolucionário tem ajudado a teologia a recuperar o profundo sentido bíblico de Deus como Aquele que Se relaciona com o mundo dando-lhe promessas ainda por realizar. Deus vem do futuro a este mundo ainda inacabado e cria-o de novo, a partir do futuro. Uma teologia da evolução pensa Deus e a promessa de Deus em termos da “futuridade” do ser, e não em termos de uma eterna e imóvel presença, a pairar “lá em cima”. Isto, porém, não é tanto uma mudança qualitativa na nossa compreensão de Deus, mas mais uma recuperação radical de intuições bíblicas esquecidas acerca da realidade última.
.Em segundo lugar, a epopeia da evolução expande a nossa compreensão de Deus, fazendo-nos tomar consciência de que o amor divino abraça o destino de todo cosmos. Assim, já não podemos legitimamente separar as nossas aspirações pessoais daquele que vier a ser o destino da criação inteira. Enquanto as religiões acreditavam num universo estático, talvez fosse compreensível que a esperança humana pudesse tomar a forma de vislumbrar um destino algo individualista num outro mundo, completamente diferente deste. Este “optimismo de retirada” , como o apelida Teilhard de Chardin, dominou a espiritualidade ocidental ao longo dos séculos. A evolução, no entanto, diz-nos que estamos ligados a um universo mais amplo e a uma grandiosa história de vida, num prolongado processo de “vir-a-ser”. O renovado sentido de “ser um” com o cosmos oferece à nossa esperança um horizonte verdadeiramente novo. A evolução dá às nossas vidas um sentido mais forte do que nunca de sermos participantes do processo em curso de uma história cósmica da criação..
Finalmente, a evolução deu um acento novo àquilo que podemos chamar graça divina. A graça divina permite que possa haver um universo “contigente”, um universo que não é modelado por uma necessidade determinística. Num mundo assim, o acaso ou os acidentes podem ocorrer. A teologia não deveria ter-se surpreendido, deveria antes ter esperado que o mundo criado fosse aberto ao tipo de contingência e de aleatoridade que encontramos na evolução da vida. O próprio São Tomás de Aquino defendeu que um universo totalmente dominado pela necessidade não seria distinto de Deus. O mundo, para ser mundo, tem de ter elementos de não-necessidade ou de contingência. “Seria contrário à natureza da Providência e à perfeição do mundo”, disse São Tomás, “se nada acontecesse por acaso.”.Apenas um cosmos independente poderia dialogar ou ter a verdadeira intimidade com Deus. Sob este ponto de vista, portanto, a epopeia da evolução é a história da independência e autonomia emergentes de um mundo que está a despertar na presença da graça de Deus. E a graça divina, como Karl Rhaner muitas vezes também sublinhou, torna o mundo mais autónomo, e não menos. Na presença de Deus, o universo não se dissolve no nada ou em Deus, mas torna-se antes um mundo distinto do seu Criador. A evolução, portanto, permite-nos sentir profundamente essa convicção primordial bíblica de que Deus é Amor gracioso e libertador.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Saiu!
VEJA O POST AQUI
O post saiu hoje e faz parte de uma série de posts intitulada: "Evangelicals and Evolution: A Student Perspective". Trata-se da história e breve testemunho de diversos estudantes Cristãos, seus desafios na área acadêmica, seus contatos com a ciência evolutiva e outras coisas. A série esta muito interessante e contem histórias bonitas de pesquisadores e estudantes, e sua caminhada na busca por compreender e se aprofundar na fé que professam juntamente com a ciência que estudam. Achei o post anterior ao meu, muito legal! Tanto que mereceu uma menção no blog Science and the Sacred (leia AQUI).
É isso aí! Entrem lá e comentem! Sugiro que acompanhem toda a série, para mim pelo menos tem sido uma benção e espero que seja para muita gente! Acho importante contar histórias de pessoas que enfrentam o confronto entre fé e ciência com muita fé e ciência e o superam.
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editado (3-11-09) O blog "Science and Religion: A View from an Evolutionary Creationist/Theistic Evolutionist" públicou, também, um breve comentário sobre o post no Evangelical Dialogue: VEJA AQUI.
2) Deem também uma boa olhada no blog "O Observador Antrópico" do Alex Altorfer. Uma fonte muito interessante e - o mais legal - em português!
é isso aí
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Acho que cansei!
Bem, nas ultimas semanas sofri uma overdose que teve fim ontem! Terminei de ler -quase simultaneamente, por coincidência - "Escalando o Monte Improvável" de Richard Dawkins; e terminei de ouvir "The Greatest Show on Earth", também do Dawkins, em audiobook (você já deve ter reparado que eu ouço muitos "audiobooks"! Só digo uma coisa: audioboks foram a solução para todos os meus problemas de transito!).
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Enfim... Estava ficando de saco cheio desse papo de evolução. E mais ainda da visão naturalista seca que Dawkins dá a coisa toda (mas falarei disso a seu devido tempo).
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Só que nos ultimos dias aconteceram coisas que fizeram reavivar meu gostinho pelo grande balé da matéria nesse universo emergindo naquilo que chamamos vida (sem dúvida um dos maiores shows que Deus imbuiu à sua Criação)
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1)O primeirio foi que eu fiquei sabendo que o filme "CREATION", que conta a vida e as tretas de Charles Darwin será lançado em breve. Parece uma bela duma produção e embora tenha encontrado dificuldades para ser lançado nos E.U.A. estou confiante que o filme aparece no Brasil mais cedo ou mais tarde. Aparentemente o filme mostra a repercussão da teoria de Darwin na sociedade inglesa do séc XVIII, além das próprias crises e conflitos espirituais do naturalista. Fique aí com o trailer, eu estou babando para ver!!
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Filminho Parte 1: Douglas Futuyma
II. Evrim, Bilim ve Eğitim Sempozyumu - D. J. Futuyma from Universite Konseyleri on Vimeo.
